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A fé que move turistas

Anualmente, 9,5 milhões de fiéis visitam a cidade de Aparecida, no interior de São Paulo, para visitar a basílica da cidade e pagar promessas de toda sorte, com todas as finalidades. No alto do mapa do Brasil, Juazeiro do Norte, no Ceará, é reduto de 2 milhões de pessoas a cada ano, que vão à cidade buscar a benção de Padre Cícero, o milagreiro do Nordeste. Ao Norte, o Círio de Nazaré arrasta 1,5 milhão de romeiros pelas ruas de Belém, a cada outubro.

Em 2010 a fé moveu 6,6 milhões de brasileiros até outros estados, 3,6% das 186 milhões de viagens domésticas registradas pelo Ministério do Turismo (MTur); e trouxe ao Brasil 250 mil fiéis de outros países, 0,5% dos 5,1 milhões de turistas estrangeiros registrados no ano.

O ministro do Turismo, Gastão Vieira, comentou a importância do segmento para os brasileiros. “As festas religiosas estão entre as mais fortes expressões da cultura brasileira. o que diferencia um turista religioso de um turista interessado em aventura ou lazer, por exemplo, é a sua motivação: a fé. E cada vez mais, com a expansão do setor em nosso país, os brasileiros podem exercitar suas crenças”.

Conforme mapeamento da pasta, o turismo religioso tem 96 destinos em todo o Brasil, sendo 18 deles integrados aos 65 destinos turísticos indutores listados pelo MTur. Entre os 344 municípios listados no mapeamento, 177 possuem calendário fixo de eventos religiosos.

Segmentação – O turismo religioso caracteriza-se pelas atividades turísticas decorrentes da busca espiritual e da prática religiosa em espaços e eventos relacionados às religiões institucionalizadas. O segmento é – juntamente com o Turismo Cívico, o Turismo Étnico, e o Turismo Místico e Esóterico – um dos nichos do Turismo Cultural no Brasil.

Grupo de trabalho – Na primeira semana de setembro foi realizada em Juazeiro do Norte, no Ceará, Terra de Padre Cícero, a quarta reunião do Grupo de Trabalho de Turismo Religioso, implementado pelo MTur para buscar meios de estruturação do segmento.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo.

Câmara propõe que Rio+20 seja marco mundial de desenvolvimento sustentável com responsabilidade social

A Câmara dos Deputados quer que a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), de maio a junho de 2012, transforme-se em um marco mundial de desenvolvimento sustentável com responsabilidade social e política. O objetivo é que os representantes dos cerca de 100 países que participarão dos debates assumam compromissos formais de estímulo à economia com garantias à preservação ambiental e da qualidade da água e do ar somados ao equilíbrio social.

Para incentivar a chamada economia verde, os parlamentares brasileiros sugerem a adoção de estímulos para os empresários, definidos por cada país. Na tentativa de assegurar o cumprimento das regras, a recomendação é para criar a Organização Mundial do Desenvolvimento Sustentável vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU).

Uma proposta preliminar com as sugestões e recomendações foi entregue hoje (11) por integrantes da Subcomissão Especial Para Acompanhar as Atividades da Rio+20 da Câmara ao ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota.

O presidente da subcomissão, deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ), e o relator Eduardo Azeredo (PSDB-MG), se reuniram hoje com Patriota e também com o diretor-geral do Departamento de Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, embaixador André Correa do Lago. Nas conversas, eles sugeriram 20 compromissos que devem ser cobrados das autoridades que participarão da Rio+20.

“Sabemos das dificuldades existentes, mas como disse o ministro Patriota não podemos ser céticos. É necessário acreditar que há perspectivas e que se pode avançar”, disse Azeredo à Agência Brasil. Ele informou que o trabalho da subcomissão é acompanhar toda a organização e a execução da Rio+20. “A proposta apresentada hoje é preliminar e mostra que o Legislativo e o Executivo estão em sintonia.”

No texto entregue a Patriota, os deputados fazem um alerta: o futuro das negociações sobre clima dependerá dos resultados da Conferência das Partes (COP 17), que ocorrerá em Durban, na África do Sul, de 28 de novembro a 9 de dezembro. Segundo os parlamentares, é preciso defender que os compromissos sejam definidos claramente para levá-los para a Rio+20.

Para Sirkis e Azeredo, é essencial que a Rio+20 faça uma avaliação completa das principais metas alcançadas nas últimas décadas e o que deve ser prioridades nos próximos anos. Segundo eles, a pauta deve ser ampla e global, mas, sobretudo, “estimulando a reflexão sobre como todo mecanismo para erradicação da pobreza deve considerar mecanismos para a diminuição das desigualdades entre os mais ricos e os mais pobres do mundo”.

Fonte: Renata Giraldi – Repórter da Agência Brasil
Edição: Aécio Amado

Inmetro lança cartilha de segurança no Dia da Criança

Rio de Janeiro – O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) vai lançar, pela internet, uma cartilha no Dia da Criança (12) para orientar pais e responsáveis sobre cuidados domésticos e evitar acidentes infantis. As informações da cartilha foram fornecidas pela organização não governamental (ONG) Casa Segura, parceira do projeto.

O chefe da Divisão de Orientação e Incentivo à Qualidade do Inmetro, Luiz Carlos Monteiro, explicou que o instituto decidiu criar a cartilha devido ao grande número de relatos de acidentes enviados à instituição, causados principalmente pelo uso indevido dos produtos infantis.

“Começamos a observar os relatos, percebemos que os acidentes não eram decorrentes de problemas com o produto, mas da compra inadequada e, em alguns casos, do uso inadequado. Por exemplo, comprar um brinquedo destinado a criança maior de 3 anos para uma menor de 3 anos”.

Além das informações de segurança infantil, a cartilha inclui dados sobre produtos certificados, voltados para crianças. A partir do dia 12, qualquer um poderá acessar e baixar o conteúdo pelo site do Inmetro (www.inmetro.gov.br). O instituto também pretende produzir exemplares da cartilha para distribuir em escolas e outras instituições, além de incentivar ONGs e entidades sem fins lucrativos a serem disseminadoras do projeto.

“São situações tão corriqueiras que não prestamos atenção em como colocar uma panela quente sobre um pano de prato em um mesa. E a criança puxa o pano. Ou uma piscina sem cerca ou grade”, explicou Monteiro.

Fonte: Flávia Villela – Repórter da Agência Brasil
Edição: Graça Adjuto

Turismo: satisfação do cliente x lucros nos negócios

O que parece é que existem interesses conflitantes entre o lucro das agências, operadoras, guias turísticos e a verdadeira vontade dos clientes-turistas.É legítimo e missão de toda empresa gerar lucro, seja do seguimento de turismo ou de qualquer outro. O detalhe é o ganho empresarial conciliado com a satisfação do cliente!

Os turistas procuram alguns opcionais que as grandes agências de turismo não ofertam porque não são lucrativos, mas pequenas agências têm e só bastaria um telefonema de uma agência para outra no intuito de atender a vontade do cliente. A questão é que não fazem e ficam, às vezes, convencendo a fechar seus pacotes opcionais a todo custo. E esquecem de visualizar o ganho e a fidelização do cliente para com a localidade, isto é, deixar a vontade de retornar outras vezes.
Com isso todos ganham a longo prazo!

O sintoma de ações gananciosas das agências é percebido pelas brincadeiras dos turistas perguntando aos guias se para respirar também paga. Se na sua empresa acontece este tipo de “piadas”, é bom refletir seus pacotes e a forma de você se relacionar com o cliente!

Uma empresa de serviço vende sempre promessas que precisam ser especificadas para que o cliente que venha adquirir tenha sua expectativa e satisfação atendida. Também vale para a empresa, como diferencial, a flexibilidade de atender os clientes através de parcerias, quando se defronta com suas limitações. Todos ganham e inclusive a região ou a cidade, consolidando boas referências para os turistas divulgarem para os amigos e a vontade de retornar.

Fonte:
http://mcmoraescosta.wordpress.com/2010/12/19/turismo-satisfacao-do-cliente-x-lucro-dos-negocios/