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Consultoria em Turismo e Hospitalidade: você sabe o que é?

ConsultoriaO objetivo de uma empresa de consultoria é fornecer as ferramentas e controles necessários para as empresas serem mais competitivas dentro do seu mercado de atuação e poderem tomar decisões acertadas para o sucesso do negócio. Assim, suas principais ações visam analisar, diagnosticar, avaliar e direcionar organizações públicas e privadas na busca de melhores resultados.

Muitos empresários evitam contratar os serviços de empresas de consultoria, pelo receio infundado de parecer aos olhos de outros, incapaz de realizar os trabalhos típicos do fazer empresarial.

Uma empresa de consultoria possui expertise em sua área de atuação e por isto, tem plenas condições de auxiliar outras a encontrar o melhor caminho profissional.

O turismo, como atividade econômica, caracteriza-se por ser um setor que absorve em sua dinâmica diversos outros segmentos, além dos envolvidos diretamente com as viagens. Destacamos o segmento de hospedagem, lazer, entretenimento, gastronomia, cultura, artes, dentre outros relacionados direta e indiretamente com o turismo. São cerca de 56 setores da economia envolvidos e, justamente por isso, representa um pedaço significativo da economia de qualquer do país.

De modo geral, os destinos turísticos mais frequentados são formados pela soma de diferentes produtos turísticos compostos por hotéis, paisagem, história, patrimônio, cultura, hospitalidade da população, infra-estrutura urbana, entretenimento, comodidade, segurança, dentre outros. É através do turismo que inúmeros empreendimentos surgem a cada dia, em diversos lugares do mundo, beneficiado também os governos, através do recolhimento de impostos.

O aumento no número de empresas que trabalham com turismo e hotelaria torna o setor, muito competitivo e, portanto, carece de profissionais qualificados e empresas estruturadas e altamente preparadas.

Assim, uma empresa de consultoria na área de Turismo e Hospitalidade pode oferecer aos clientes:

– Conhecimentos, métodos de “como fazer”, habilidades e experiências indisponíveis no mercado, os quais podem ser rápida e efetivamente aplicados, para solucionar problemas e conduzir ao aperfeiçoamento das atividades empresariais.
– Planejamento local para municípios, destacando as melhores práticas do desenvolvimento sustentável, objetivando desenvolvimento de oportunidades e preservando o patrimônio turístico.
– Treinamento e educação para funcionários, incrementando métodos atuais, técnicas e filosofias que levarão ao aumento da produtividade.
– Realização de pesquisas de mercado, levantamentos da oferta turística e estudos de viabilidade para novos negócios.
– Avaliação de potencial turístico
– Estruturação e orientação para secretarias de turismo e elaboração políticas de turismo.
– Assessoria na elaboração e implementação de projetos.

No mercado existem empresas de consultoria de todo porte, com diferentes níveis de experiências, especializações e custos. É importante ao selecionar uma empresa de consultoria, certificar-se que ela se enquadra no perfil de suas necessidades, objetivos e disponibilidades.

Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem

Classificação HoteleiraO novo Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem (SBClass) foi elaborado de forma participativa, através de uma ampla parceria entre o Ministério do Turismo, o Inmetro, a Sociedade Brasileira de Metrologia − SBM e a sociedade civil, e adotado como estratégia para o país, aumentando a competitividade do setor.

A classificação é, reconhecidamente, um instrumento de divulgação de informações claras e objetivas sobre meios de hospedagem, sendo um importante mecanismo de comunicação com o mercado. Possibilita a concorrência justa entre os meios de hospedagem do país e auxilia turistas, brasileiros e estrangeiros, em suas escolhas.

O Sistema Brasileiro de Classificação estabeleceu sete tipos de Meios de Hospedagem, para atender a diversidade da oferta hoteleira nacional (Hotel, Resort, Hotel Fazenda, Cama & Café, Hotel Histórico, Pousada e Flat/Apart-Hotel) e utiliza a consagrada simbologia de estrelas para diferenciar as categorias.

Considerando que cada tipo de meio de hospedagem reflete diferentes práticas de mercado e expectativas distintas dos turistas (um Hotel 5 estrelas é diferente de uma Pousada 5 estrelas, por exemplo), o SBClass estabeleceu categorias específicas para cada tipo:

– Hotel – de 1 a 5 estrelas

– Hotel Fazenda – de 1 a 5 estrelas

– Cama & Café – de 1 a 4 estrelas

– Resort – de 4 a 5 estrelas

– Hotel Histórico – de 3 a 5 estrelas

– Pousada – de 1 a 5 estrelas

– Flat/Apart-Hotel – de 3 a 5 estrelas

Para fins dos tipos empregados, entende-se por MEIO DE HOSPEDAGEM “Os empreendimentos ou estabelecimentos, independentemente de sua forma de constituição, destinados a prestar serviços de alojamento temporário, ofertados em unidades de frequência individual e de uso exclusivo do hóspede, bem como outros serviços necessários aos usuários, denominados de serviços de hospedagem, mediante adoção de instrumento contratual, tácito ou expresso, e cobrança de diária”. (artigo 23 da Lei n° 11.771/2008)

O Sistema Brasileiro de Classificação é de adesão e adoção voluntárias pelos meios de hospedagem.

O SBClass está fundamentado em uma série de requisitos a que os meios de hospedagem devem atender.

Requisitos

Infraestrutura – vinculados às instalações e aos equipamentos;

Serviços – vinculados à oferta de serviços;

Sustentabilidade – vinculados às ações de sustentabilidade (uso dos recursos, de maneira ambientalmente responsável, socialmente justa e economicamente viável, de forma que o atendimento das necessidades atuais não comprometa a possibilidade de uso pelas futuras gerações).

Os requisitos são divididos em mandatórios (ou seja, de cumprimento obrigatório pelo meio de hospedagem) e eletivos (ou seja, de livre escolha do meio de hospedagem, tendo como base uma lista pré-definida).

O meio de hospedagem para ser classificado na categoria pretendida deve ser avaliado por um representante legal do Inmetro e demonstrar o atendimento a 100% dos requisitos mandatórios e a no mínimo 30% dos requisitos eletivos (para cada conjunto de requisitos).

Fonte: Ministério do Turismo

Política de Turismo no Brasil: PNT

O grande desafio do Plano Nacional de Turismo e, consequentemente, do Programa Nacional de Regionalização do Turismo é difundir um modelo de parceria e gestão descentralizada, e, principalmente, participativa na esfera estadual, buscando atingir os municípios onde, efetivamente, o turismo acontece por meio da regionalização e interiorização (OLIVEIRA, 2006).

Segundo sua base conceitual, a compreensão do Programa de Regionalização do Turismo passa pela noção de território como espaço “de interação do homem com o ambiente, dando origem a diversas formas de se organizar e se relacionar com a natureza, com a cultura e com os recursos de que dispõe” (MINISTÉRIO DO TURISMO, 2004, p. 11). Essa noção de território deve ser entendida como uma forma de coordenação entre agentes econômicos, representantes políticos e organizações sociais, buscando superar a visão estritamente setorial do desenvolvimento.

As políticas públicas adotadas pelo Governo Federal, através de sua Política Nacional de Turismo enfatizam o desenvolvimento regionalizado e vem fomentando a “consolidação de uma rede de entidades e instituições, em todo o território nacional, envolvendo o poder público nas três esferas de governo, a iniciativa privada e o terceiro setor” (MINISTÉRIO DO TURISMO, 2006, p. 30). E ainda: essa nova forma de gestão do turismo tem estimulado uma discussão e deliberação sobre a Política Nacional de Turismo e seus desdobramentos, nas diferentes escalas territoriais do país.

Se considerarmos que uma das metas do Ministério do Turismo expressa no Plano Nacional de Turismo é a descentralização, os municípios devem, então, assumir sua responsabilidade. Entretanto, isso não significa que devem assumir sozinhos essa responsabilidade; devem buscar apoio dos governos estaduais e federal e demais envolvidos no processo, como a comunidade local, setor privado e terceiro setor.

Apesar dos avanços dos últimos anos, de acordo com o diagnóstico apresentado no Plano Nacional de Turismo 2003-2007, o Brasil ainda está longe de ocupar um lugar de destaque no cenário turístico mundial. Um dos motivos apontados é que a falta de articulação entre governos tem resultado em políticas desencontradas “fazendo com que os poucos recursos destinados ao setor se percam em ações que se sobrepõem ou que não estão direcionadas a objetivos comuns” (MINISTÉRIO DO TURISMO, 2003, p. 12).

O governo federal juntamente com os estados e municípios têm buscado objetivos comuns, na tentativa de reduzir essa falta de articulação. Assim, dentro da proposta de regionalização do Plano Nacional de Turismo e em harmonia com as orientações e diretrizes do governo Federal, Minas Gerais optou por um planejamento sob a forma de Circuitos Turísticos e do Programa Estrada Real.

Esta proposta visa, principalmente, facilitar a articulação das políticas públicas municipais com as diretrizes do Governo de Minas Gerais e Governo Federal.

Referências

MINISTÉRIO DO TURISMO. Brasil. Plano Nacional de Turismo. Brasília: Ministério do Turismo, 2003.

MINISTÉRIO DO TURISMO. Brasil. Programa de Regionalização do Turismo – Roteiros do Brasil. Brasília: Ministério do Turismo, 2004.

MINISTÉRIO DO TURISMO. Brasil. Turismo no Brasil 2007 / 2010. Brasília, 2006.

OLIVEIRA, José Antônio Puppim de. Desafios do planejamento em políticas públicas: diferentes visões e práticas. Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v. 40, n° 2, 2006. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php>. Acesso em 24 de outubro de 2006.

Qualificação profissional em debate no Senado

As políticas de qualificação empresarial e profissional para a Copa de 2014 e Olimpíadas 2016 foram temas de debate nesta terça (25), em comissão do Senado Federal. Representantes dos ministérios do Turismo e do Trabalho e da Confederação Nacional do Comércio (CNC) falaram sobre o planejamento e o andamento dos projetos das instituições para os grandes eventos.

A senadora Lídice da Mata, presidente da Subcomissão Temporária Copa 2014, Olimpíada e Paraolimpíada 2016, abriu os trabalhos, ressaltando o objetivo da comissão de dar “relevância à pauta positiva” relacionada a esses eventos. “A qualificação profissional deve compor o caderno de legados da Copa”, disse a parlamentar.

O diretor de Estruturação, Articulação e Ordenamento Turístico do MTur, Ricardo Moesch, informou que os programas de qualificação do ministério estão sendo reestruturados, mas que algumas ações poderão ser retomadas em breve. Ele reafirmou a disposição manifestada pelo ministro do Turismo, Gastão Vieira, de reforçar a parceira com outros ministérios, como o da Educação, e utilizar a expertise do Senac para treinar profissionais da cadeia produtiva do turismo.

O Ministério do Trabalho e Emprego também adota a política de trabalhar em parceria com os entes públicos e vai repassar recursos a estados e municípios para promover acesso ao emprego nas cidades-sede da copa. Segundo a diretora do Departamento de Qualificação do MTE, Ana Paula da Silva, serão abertas 50,4 mil vagas para a formação de garçons, mensageiros, taxistas, empreendedores individuais entre outras categorias.

O gerente de projetos do Senac Nacional, Antônio Henrique de Paula, ressaltou o potencial de crescimento da atividade turística no país e apresentou o programa da entidade para a Copa de 2014. Falou também da estrutura da CNC, que conta com 573 unidades operacionais no país.

Fonte: Assessoria de Comunicação do MTur – imprensa@turismo.gov.br
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Licitações Parte 01

Quando precisamos adquirir um bem no dia-a-dia, basta irmos a uma loja e comprar, o mesmo não acontece na administração pública, quando se trata de recursos públicos existem regras, procedimentos que devem ser respeitados.

Os contratos administrativos podem ser feitos através de duas alternativas, a licitação ou contratação direta, ambas regidas pelo Artigo 37 da Constituição Federal “ A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:

(….)

XXI – ressalvados os casos específicos na legislação, as obras, serviços, compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes, com cláusulas que estabeleçam obrigações de pagamentos, mantidas as condições efetivas da proposta, nos termos da lei, o qual somente permitirá exigências de qualificação técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações.”

A licitação é um procedimento administrativo formal, disciplinado por lei Federal – disposto na constituição Federal Art. 22 inciso XXVII – onde existe a convocação de empresas aptas a fornecerem determinado material ou serviço, através de edital ou  carta convite com critérios estabelecendo o objeto da contratação. Para tal deverá ser observado o princípio da isonomia e ser conduzido por um órgão dotado de competência específica.

As normas gerais que orientam a licitação estão na Lei 8.666 de 1993, na Lei 10.520 de 2002 e Lei Complementar 123 de 2006, cabe aos Estados, Distrito Federal e Municípios legislar sobre as normas específicas da licitação desde que não contrarie as normas gerais impostas pela União e respeite os princípios da legalidade, isonomia, moralidade, probidade, impessoalidade, publicidade, vinculação e julgamento objetivo.

Horário de verão tem início à 0h deste domingo

Onze estados e o Distrito Federal terão mudança no horário. Médico explica que adaptação à nova rotina demora uma semana.

O horário de verão começa neste fim de semana. A partir de 0h deste domingo (16) até o dia 26 de fevereiro do próximo ano, devem adiantar os relógios em uma hora os moradores dos estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Bahia. O decreto que confirmou a inclusão da Bahia no horário de verão foi assinado na quinta-feira (13) pela presidente Dilma Roussef.

O médico pneumologista e coordenador do Laboratório do Sono, Francisco Hora explica que as pessoas devem se desprender do horário antigo para se adaptar mais facilmente aos novos horários.

“O importante é que a pessoa entre logo no horário de verão e comece uma rotina para se adaptar o mais rápido possível. Quanto mais você resistir, pior biologicamente. Tecnicamente, para cada hora de avanço de fuso, você precisaria de três a cinco dias para se adaptar, portanto, no máximo em uma semana todos estarão completamente adaptados”, explica.

Muita gente está se preparando para a mudança, que divide opiniões. “O organismo fica totalmente abalado. Muda tudo, mudam os horários, e aí complica. Tento me adaptar ao horário, não tem tática”, diz Regina Santana, gerente comercial.

A dona de casa Marina Mota já começou a se preparar. “A primeira coisa é o sono. Estou dormindo mais cedo e acordando mais cedo. Interfere também na alimentação, porque quem almoça 12h vai comer 11h, já fica um pouquinho difícil”, diz.

Já Gildo Couto nem pensa nas dificuldades. Ele prefere ver o lado bom de adiantar o relógio. “Eu estou adorando, porque pelo menos a gente acorda mais cedo e vai para casa mais cedo. Pode pegar uma praia”, afirma.

A estudante Fernanda Cavalcanti também vê mais aspectos positivos do que negativos na mudança. “Sou a favor do horário de verão, porque acho que ficamos com mais tempo livre. A gente aproveita mais o dia porque acorda mais cedo”, diz.

A auxiliar de serviços, Rita Pereira, também fica animada com a possibilidade de reduzir os gastos com a conta de energia elétrica. “Eu gosto porque a gente acorda mais cedo, começa a trabalhar mais cedo e também chega em casa mais cedo. Aproveitamos mais o dia e ainda podemos economizar na conta de luz”, diz.

Fonte: g1.globo.com (Do G1 BA, com informações da TVBA).

Mochila nas costas e o Brasil nos pés

Para quem gosta mesmo de viajar e pretende economizar com os custos da viagem, uma opção é diminuir as despesas com a hospedagem, optando pelos albergues da juventude. Os albergues chegam a custar até metade do preço dos hotéis convencionais. Também conhecidos como hostels, eles são meios de hospedagem para pessoas de todas as idades, que tenham o espírito de aventura e a disposição para conhecer gente de todas as partes do país e do mundo.

A vantagem dos albergues não está só no preço. “Hoje em dia as pessoas escolhem os hostels pelo sentido da união, amizade, troca de conhecimento e intercâmbio cultural”, diz o presidente da Federação Brasileira de Albergues da Juventude, Carlos Augusto Alves.

Os hostels surgiram no Brasil na década de 60, com o movimento hippie e a geração “pé na estrada”. “Esse tipo de viajante continua em atividade, mas há um aumento considerável de famílias e casais nos albergues”, diz Alves. De acordo com a FBAJ, 57% das pessoas que se hospedam atualmente em albergues são mulheres, e a maioria do público tem entre 22 e 36 anos.

É importante lembrar de alguns detalhes: os quartos nos albergues costumam ser coletivos, divididos entre o público masculino e feminino. Mas com o aumento do número de famílias se hospedando em hostels, muitos passaram a oferecer também quartos para casais.  Outro detalhe é que alguns dos hostels adotam o toque de recolher, então se o hóspede chegar muito tarde, pode acabar ficando de fora.

Os albergues possuem sala de convivência e cozinha coletiva, onde o hóspede pode preparar as refeições. O café da manhã fica por conta do albergue. Além disso, vários hostels têm piscina, acesso à internet, ar-condicionado e bares.

Dica pro viajante

Na hora de montar o roteiro de viagem é importante verificar se o albergue escolhido está incluído no Sistema de Cadastro de Prestadores de Serviços do Ministério do Turismo – Cadastur: http://cadastur.turismo.gov.br/. Outra sugestão é conferir as dicas sobre passagens, transporte, bagagem, e dicas de cuidados com a saúde no site  http://www.viajelegal.turismo.gov.br/.

Albergues e campings ganham espaço

De acordo com o Estudo da Demanda do Turismo Internacional no Brasil, os campings e albergues estão em quarto lugar na preferência dos turistas estrangeiros que visitam o Brasil. A participação desses meios de hospedagem aumentou de 1,4% para 4,3% no período de 2004 a 2010.

Fonte: Assessoria de Comunicação MTur – imprensa@turismo.gov.br
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10 erros que as empresas jovens cometem

O consultor em startups Martin Zwilling, colunista do site da revista Forbes, preparou um guia com os 10 erros mais comuns entre as centenas de jovens empresas que já assessorou.

Quando um negócio recém-criado começa finalmente a deslanchar, a ideia de que ele já deu certo é uma conclusão bastante atraente e confortável. Mas é um erro. Apenas mais um dos vários erros que os líderes de negócios nascentes e em ascensão costumam cometer.

Tanto a criação de uma empresa quanto os primeiros momentos rumo ao seu sucesso exigem uma série de cuidados e, mais do que isso, uma tranquila e despretensiosa humildade, o que inclui desde compartilhar as decisões com as pessoas ao seu redor até a simples atitude de admitir um erro.

O consultor especializado em startups Martin Zwilling, colunista do site da revista Forbes, preparou para a publicação um guia com os 10 erros mais comuns que nota entre as centenas de jovens empresas que já assessorou. Veja as dicas dele:

1. Esperar que a companhia cresça antes de formalizá-la. A dica foi dada em uma publicação norte-americana, o que mostra que não é só no Brasil que a formalização é um problema entre negócios iniciantes. E, mais do que isso, uma solução que deve ser garantida também. Nos Estados Unidos, ressalta Zwilling, o principal entrave está no embaralho legal e financeiro entre decidir se o registro, de início, deve ser feito como uma sociedade anônima ou uma companhia limitada. No Brasil, passa pela burocracia e a carga tributária que vêm junto com a regularização. Ainda assim, as indicações são as mesmas: a regularização é o primeiro passo a mostrar a todos que você é sério. O processo de formalização também força o empresário a registrar um nome para o empreendimento, e lhe garante uma série de seguranças legais, como a de propriedade intelectual.

2. Confiar em acordos informais. É mais ou menos o que os dois colegas de faculdade Mark Zuckeberg e Eduardo Saverin fizeram quando, ainda estudantes de Harvard, lançaram o Facebook: deixar para depois a parte de contratos formais. O resultado – um longo processo de Saverin contra Zuckeberg, exigindo mais tarde sua participação nos ganhos da companhia –, é mais comum do que se imagina. Esse problema pode e deve ser evitado com a formalização dos contratos e a definição da participação de cada sócio logo no início da empresa.

3. Contratar rapidamente, demitir devagar. Um erro comum entre as jovens companhias de crescimento rápido é sair desesperada e estabanadamente atrás de novos funcionários. Isso, no entanto, não raramente desemboca em outro problema comum: a baixa produtividade desse funcionário, e a dificuldade em mandá-lo embora depois. Para evitar isso, em primeiro lugar, é necessário contratar bem: a lição de casa passa por uma descrição clara do que a vaga exige e uma boa pesquisa acerca dos candidatos antes de pular direto para as entrevistas. Se isso não for bem-feito, a probabilidade de o novo funcionário não ser exatamente o que a empresa precisa e, assim, ter um baixo rendimento é grande; o que implica custos mais altos para mantê-lo.

4. Contratar pessoas que gostam de você. Ser bajulado é bem legal, mas não necessariamente paga as contas. Alguns executivos têm essa ideia de misturar negócios com diversão e levar relacionamentos pessoais para dentro do escritório. Mas vale ter como regra antes escolher os seus empregados antes por critérios profissionais do que por amizade.

5. Subestimar as necessidades financeiras. Refaça mais de uma vez as contas de quanto dinheiro será necessário para fundar e dar os primeiros passos de seu negócio. Você pode ficar surpreso, depois, com a quantidade de detalhes que esqueceu e com a rapidez com que o dinheiro escorre. Um fluxo de caixa defasado é um erro grande, e que pode não ser recuperável. Em caso como esses, em que o cobertor fica mais curto do que o frio que se calculou, há sempre a possibilidade de pegar empréstimos para cobrir o rombo, mas eles muito provavelmente serão caros também. O melhor mesmo é planejar de forma a não precisar deles.

6. Deixar que os contadores cuidem dos gastos. Diversos empresários julgam que a prioridade, no início de um negócio, é zelar pelos produtos e pelos clientes. Na verdade, a tarefa mais importante é ter todos os gastos na ponta do lápis e reduzi-los ao máximo até que o negócio tenha de fato deslanchado. Não delegue essa tarefa a ninguém. O trunfo é fazer um orçamento apertado e conseguir ainda gastar menos do que ele prevê. O resultado de um orçamento estourado não afeta apenas o crescimento da empresa, mas também a credibilidade com fornecedores, clientes e possíveis investidores.

7. Tomar as decisões sozinho. Ao mesmo tempo em que é importante ter o controle de tudo o que está acontecendo, é necessário também saber dosar a centralização. Deixar a cargo de si mesmo todas as decisões é um grande e recorrente erro. Para uma empresa crescer, a equipe se verá obrigada a crescer também, e, com isso, as decisões deverão naturalmente se pulverizar. Um empreendimento inteligente contrata tomadores de decisão, e não meros funcionários. É bom ter, inclusive, uma pessoa com afinidade, mas também com contrapontos a suas ideias, desde a concepção do projeto, com quem possa compartilhá-lo. Resista à tentação de fazer as coisas sozinho e apenas ao seu modo.

8. Definir uma estratégia congelada. Admita que o seu plano inicial pode dar errado. A maioria das startups acaba, alguma hora, tendo que refinar e rever suas estratégias de mercado em vários momentos. Então esteja alerta e seja flexível – inclusive porque há uma série de fatores externos que podem surgir sem licença; seja uma recessão econômica, um novo competidor ou uma mudança súbita de mercado. Uma sugestão é agendar reuniões mensais para rediscutir frequentemente o plano de estratégia. E não deixe também de manter a equipe informada sobre as mudanças, já que a falta disso pode parecer desorganização e falta de metas.

9. Deixar que as crises diárias tirem-no do negócio central. Saber distinguir as tarefas mais importantes e se concentrar nelas exige prática e esforço. Por “mais importante”, entenda: acompanhar o mercado, o atendimento aos clientes, a contenção de custos e a batalha com os competidores. É importante saber também os momentos de delegar tarefas, dialogar com a equipe e mesmo de descansar. Se você se deixar levar pelos pequenos problemas diários, perderá as prioridades do foco. Trabalhar individualmente e centralizar todas as tarefas é uma boa medida naquela fase bem inicial, em que o projeto ainda está sendo criado e erguido, e em que o fundador inevitavelmente se torna sua principal peça. Mas essa centralização deve evoluir aos poucos para uma forma mais coletiva de se pensar.

10. Ignorar os erros. O maior erro dos donos de jovens negócios é deixar de aprender com os erros – os dos outros e os próprios. As pessoas mais sábias admitem logo que erraram e mudam imediatamente o foco de culpar a situação para aprender com ela. A verdade é que o erro é uma parte inevitável de qualquer negócio de sucesso. Frente a isso, a melhor coisa a fazer é torná-los aliados e aprender com eles. O único equívoco imperdoável é repetir os mesmos erros. A grande conclusão, por fim, é que tentar e não dar certo é melhor do que não tentar. E, para que um negócio cresça e tenha sucesso, não tentar não é uma opção.

Fonte: www.papodeempreendedor.com.br

Visita-Espetáculo ao Teatro Municipal de São João del-Rei

A Visita-Espetáculo ao Teatro Municipal, projeto que integra o programa de extensão Teatro, Memória e Patrimônio Cultural realiza única sessão aberta de 2011 no dia 16 de outubro, domingo, às 10:00h da manhã.

A atividade foi criada em 2007 para oferecer ao turista e cidadão local uma atração que conjuga informação e arte, através da valorização do patrimônio histórico-cultural via intervenção teatral. Transformando São João del-Rei na Capital Federal do grande autor teatral Artur Azevedo, seis atores e um pianista divertem o público de visitantes que, ao longo da visita, conhecem todos os recantos do belo Teatro, inclusive a cabine de luz e os bastidores.
Próxima Sessão: Dia 16/10/2011, domingo, às 10:00h.
Local: No Teatro Municipal de São João del-Rei, situado à Av. Hermílio Alves, s. nº.
Valor: R$ 12,00 (inteira), R$ 6,00 (meia-entrada) e R$3,00 para servidores e alunos da UFSJ, munidos de carteirinha. Crianças até 5 anos não pagam.

Os ingressos são vendidos na bilheteria do teatro a partir de 30 minutos antes do início da sessão.
Lotação: 50 pessoas
Duração: 01 hora e 20min

Maiores informações e reservas: (32) 9129-3160 (Tamara) / 8839 1674 (Ana Dias) ou visitateatro@oi.com.br

Para conhecer-nos melhor, acesse também o site: www.visitaespetaculo.com.br

Realização do Grupo Teatral Os Anfitriões e da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da UFSJ com o apoio do Teatro Municipal de São João del-Rei/MG.